Este poema cantado pela Elis... é qualquer coisa de Divinal...
e faz-me lembrar uma amiguita do peito que também gosta muito desta canção e que a cantou muitas vezes, comigo, nas nossas viagens, depois do entardecer, pelas pontes do Douro...
O que tinha de ser
Porque foste na vida
A última esperança
Encontrar-te me fez criança
Porque já eras meu
Sem eu saber sequer
Porque és o meu homem
E eu tua mulher
Porque tu me chegaste
Sem me dizer que vinhas
E tuas mãos foram minhas com calma
Porque foste em minh'alma
Como um amanhecer
Porque foste o que tinha de ser
Tom Jobim / Vinicius de Moraes
terça-feira, 8 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Oscar Wilde
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Quem me ensina a Sonhar?

(imagem retirada de: anjotorto.files.wordpress.com/2008/08/sonhos1.jpg)
Quem me ensina a sonhar?
Que a espera da esperança
me está a acabar.
Na sucessão de horas esquecidas
Onde me perco e não me estou a encontrar,
Quem me vai resgatar o olhar limpo
Da criança sem passado?
Quem vai trazer de volta
O calor de verões quentes
das praias nuas… dos desertos ausentes,
Os mares velejados
Com poemas ao vento
e com a força dos corações enamorados.
Quem vai doar seus braços
Para me salvar,
Quando a noite fria desaguar em mim?
E quando o futuro já não me acordar,
Quem se vai lembrar de como sou,
Somente assim?
Quem me vai perdoar?
Quando eu pedir perdão
Depois de errar…
E quem me vai levantar
Quando eu cair no chão?
E quando a minha alma já não se gostar?
E quando o dia de Hoje não mais me entusiasmar?
Quem me vai ensinar a sonhar,
outra vez?
Quem vai acreditar que ainda é possível
me (re)encontrar?
ana claudia albergaria
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Amar…
Amar é ir além de nós
Para cantar um sonho,
A duas vozes.
Escrever a nossa história num livro
de capa dourada pelo sol
que nos desperta, em cada amanhecer.
Amar é agradecer a vida partilhada,
A vida anunciada e nascida da esperança
Alicerçada na cumplicidade,
Na admiração e no respeito mútuo.
Amar é caminhar lado a lado,
Com os desafios e a exultação
da (re)descoberta do outro, a cada dia.
Amar é estar preparado
para mudar o que tem que ser,
E para aceitar o que nos ajuda a crescer.
Porque parte de nós somos “nós”
Mas a outra parte é a “vontade”.
Amar é viver sempre em Primavera
Plantar árvores e ver nascer os frutos.
Cruzar duas raízes
Para construir um futuro comum,
Sem esquecer o passado
e sem menosprezar o presente.
Porque amar é fortalecer diariamente
o coração de quem amamos!
Subindo montanhas, Percorrendo desertos
Atravessando o mar,
Somente por Amor!
Ana Cláudia Albergaria
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
O dia das crianças esquecidas

Peço perdão às crianças de olhar triste,
Às crianças de mãos calejadas pela luta que não é delas.
Peço perdão às crianças de olhar triste,
Às crianças de armas em punho, em guerras que não escolheram.
Peço perdão às crianças de olhar triste,
Às crianças com fome de pão, num mundo de desperdícios.
Peço perdão às crianças de olhar triste,
Às crianças sem tecto, em ruas com palacetes.
Peço perdão às crianças de olhar triste,
Às crianças que não brincam, num mundo de playstations.
Peço perdão às crianças de olhar triste,
Às crianças sem escola, em tempos de “oportunidades”.
Peço perdão às crianças de olhar triste,
Às crianças institucionalizadas, num mundo de casais inférteis.
Peço perdão às crianças de olhar triste,
Às crianças sem família, em tempos de “recomposição”.
Peço perdão às crianças de olhar triste,
Às crianças estigmatizadas, num mundo que apregoa a “igualdade”.
Peço perdão… em vão…
ou talvez não!
Porque só a criança tem o dom de perdoar
os que a ignoram e a fazem sofrer…
Mesmo sem saber porquê,
Ela sente, lá no fundo…
Que só com Amor
Se pode crescer!
Só o Amor
Poderá resgatar a alegria
Para o seu olhar!
ana cláudia albergaria
No dia da criança (esquecida)!
Luto

Alma de Outono
Dores tingidas de verde amarelado.
Videiras despidas, frutos pisados
Por pés que têm sede de vida,
Vinho amargo .
Um rio imenso e frio … o outro lado!
Um dia que escurece muito cedo
Um fim de tarde mudo
Um nada apenas;
E um tudo cheio de
coisas pequenas…
sem sentido.
Um peito ferido,
Abafado,
Incompreendido.
Aferrolhar das portas,
Cerrar das janelas.
Fechar os olhos,
e dormir,
no leito da dolência,
e acordar apenas
Para voltar a sentir
a própria ausência.
ana claudia albergaria
terça-feira, 5 de maio de 2009
No meu peito
Meu filho…
O poema que tenho para ti
Não cabe nas folhas amorfas
De um qualquer caderno.
Trago-o no meu peito…
Como uma prenda surpresa
Que te quero oferecer
Todos os dias da nossa vida.
Quero que o leias nos meus olhos,
Que o sintas nas minhas mãos,
Que o escutes nas minhas palavras.
Quero que ele fique em ti
E não numa folha de papel,
Adulterado por palavras vãs
Tantas vezes incrédulas,
Tantas vezes ridículas
Pela teimosia de quererem rimar.
Na infância da infância que ainda és
Quero deixar a marca do que sou
Do que sou de bom…
do que sou de amor,
Num poema não escrito,
Mas vivido.
Num poema de Amor,
Por nós os dois
Nunca esquecido.
ana claudia albergaria
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Felicidade
Felicidade…
A felicidade não é uma Quimera…
Vejo-a nos olhos dos amigos
Que brilham mais em certos dias…
E nos meus olhos quando os sinto
Ávidos de beleza…quando riem sozinhos
Sem saber porquê.
Vejo-a nas crianças, nos seus rostos
Iluminados pela inocência;
E na criança que há em mim,
Quando o meu rosto se rende á alegria
De saber para onde vou!
Vejo-a nas palavras escritas
Ou ditas com paixão,
Nos gritos dos meus poemas.
Vejo-a na emoção das mães
Guerreiras da paz;
Pedras basilares da humanidade.
Vejo-a espelhada nas mãos que se unem
Para seguir um caminho comum,
Vejo-a nos sonhos e nas ilusões
Que alimentam a nossa Alma
E que tornam possível um futuro real
Construído com base no
Amor e no respeito mútuo…
Um futuro “Agora”,
Que temos de Reinventar a cada instante,
E nos faz viver plenamente
Porque podemos ser Felizes
Para Sempre!
Ana Cláudia Albergaria
Pascoa Feliz
quarta-feira, 18 de março de 2009
Bodas de Ouro
Tios…
A Vossa Humanidade inspira-me para a Vida… A vossa casa … um aconchego onde regresso aos aromas da minha infância, aos afectos perdidos que vou resgatando ainda nos vossos braços… sempre Abertos para me Receber! Obrigada… por tantas coisas belas que de vós posso dizer ao meu filho… vou dizer-lhe , a cada amanhecer, que o Amor, afinal… pode Vencer!!!
Parabéns pelos 50 Anos de Casamento!
segunda-feira, 2 de março de 2009
Yentl - Barbara Streisend
Um dos momentos inesquecíveis do filme YENTL...
Um dos meus filmes preferidos!
escutem...
Um dos meus filmes preferidos!
escutem...
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