sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
A PALHACINHA MAIS LINDA DO MUNDO
HOJE EU NÃO QUERO CHORAR... HOJE EU NÃO QUERO SOFRER... DEIXEI A TRISTEZA LÁ FORA... MANDEI A SAUDADE ESPERAR... LÁ LÁ LÁ...
sábado, 12 de janeiro de 2008
Quando vou?

Quando vou?
Que de mim já parti
há tanto tempo?
Que procuro
nesta busca lenta
quase petrificada,
pela inércia de não
ser capaz de
mover a vontade?
Quero eu
ser capaz…
ser só eu…
eu…
a verdade…
uma tela branca
que pintarei
com as cores
de uma vida
renascida,
reinventada,
redesenhada
a cada despedida
de mim…
para mim…
por mim…irei!
Não mais ficarei
Parada …
Sentada
num banco
desgastado
pelo tempo,
coberto
pelas folhas secas
que caem
no meu jardim…
de mim!
ana claudia albergaria
O meu tempo
O meu tempo não é o seu tempo.
O meu tempo é só meu.
O seu tempo é seu e de qualquer pessoa,
até eu.
O seu tempo é o tempo que voa.
O meu tempo só vai onde eu vou.
O seu tempo está fora, regendo.
O meu dentro, sem lua e sem sol.
O seu tempo comanda os eventos.
O seu tempo é o tempo, o meu sou.
O seu tempo é só um para todos,
o meu tempo é mais um entre muitos.
O seu tempo se mede em minutos,
o meu muda e se perde entre os outros.
O meu tempo faz parte de mim,
não do que eu sigo.
O meu tempo acabará comigo
no meu fim.
Arnaldo Antunes
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
"Cores de Inverno" - Quadros disponíveis.
pastel, 40cmx50cm
preço: 25 euros
Desenho a carvão, 30cmx30cm
preço: 20 euros
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
sábado, 8 de dezembro de 2007
Agradecimentro
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Horário da Exposição - Cores de Inverno

Acrilico sobre tela - 120x80cm
A inauguração da "Cores de Inverno" correu lindamente, agradeço a tod@s os que me premiaram com a sua presença.
Informo que o horário da exposição foi alterado, por motivos do Castelo do Queijo fechar as suas protas às 17.00h (horário de inverno), pelo que estarei lá nos proximos dias 8,9 e 16 de Dezembro, entre as 14.00h e as 17.00h.
Ainda estão muito a tempo de visitarem!
Até lá... fiquem bem!
domingo, 18 de novembro de 2007
EXPOSIÇÃO DE PINTURA - CORES DE INVERNO
(Acrilico sobre tela pintura)
No próximo dia 01 de Dezembro irei inaugurar a minha 3ª Exposição de Pintura - "Cores de Inverno",pelas 15.30h, no Castelo do Queijo - Porto.
A exposição estará aberta ao público até dia 16 de Dezembro (excepto dia 15),aos fins de semana das 14.00 às 18.00h, e nela poderão encontrar também algumas peças de artesano.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Meu Querido, Meu Velho...

Esses seus cabelos brancos, bonitos,
esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, um grito,
me ensinando tanto, do mundo...
E esses passos lentos, de agora,
caminhando sempre comigo,
Já correram tanto, na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo
Sua vida cheia de histórias,
e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias
ou lágrimas choradas ao vento...
Sua voz macia me acalma
e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo
Seu passado vive presente,
nas experiências contidas,
Nesse coração consciente,
da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima
seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho,
meu amigo.
esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, um grito,
me ensinando tanto, do mundo...
E esses passos lentos, de agora,
caminhando sempre comigo,
Já correram tanto, na vida,
Meu querido, meu velho, meu amigo
Sua vida cheia de histórias,
e essas rugas marcadas pelo tempo,
Lembranças de antigas vitórias
ou lágrimas choradas ao vento...
Sua voz macia me acalma
e me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo
Seu passado vive presente,
nas experiências contidas,
Nesse coração consciente,
da beleza das coisas da vida.
Seu sorriso franco me anima
seu conselho certo me ensina,
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho,
meu amigo.
Composição: Roberto Carlos e Erasmo Carlos
Casa no Campo
Casa No Campo
Elis Regina
Composição: Zé Rodrix e Tavito
Elis Regina
Composição: Zé Rodrix e Tavito
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa compor muitos rocks rurais
E tenha somente a certeza
Dos amigos do peito e nada mais
Eu quero uma casa no campo
Onde eu possa ficar no tamanho da paz
E tenha somente a certeza
Dos limites do corpo e nada mais
Eu quero carneiros e cabras pastando solenes
No meu jardim
Eu quero o silêncio das línguas cansadas
Eu quero a esperança de óculos
Meu filho de cuca legal
Eu quero plantar e colher com a mão
A pimenta e o sal
Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros
E nada mais .
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
terça-feira, 16 de outubro de 2007
VIVER NA POBREZA
Viver na pobreza é...
não poder ser!
17 de Outubro
dia internacional
para a
erradicação
da pobreza!
Não vamos fingir que não vemos!
domingo, 14 de outubro de 2007
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
ENCOSTA-TE A MIM...

Encosta-te a mim
Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.
Chegado da guerra,
fiz tudo p´ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói,
não quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem,
encosta-te a mim.
Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada
porque arrasei o que não quis
em nome da estrada
onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim,
vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba,
quero adormecer.
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Jorge Palma, in Voo Nocturno
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
CORES E MARESIA (...)
Acrílico sobre tela
Acrílico sobre tela
Técnica mista sobre tela
Acrílico sobre tela
Poema do livro por escrever…
Poderiam ser o inicio de um livro estas palavras…
de um livro sem principio nem fim…
aquele espaço em que para me encontrar
teria de me ausentar por uma eternidade…
Afastar-me dos sons da revolta de uma infância perdida,
dos cheiros das estações mais tristes, povoadas de cores cinzentas,
tardes paradas…
das sensações de perda e das emoções solitárias
que fazem questão de permanecer num coração adormecido.
Dos odores das uvas pisadas em Outono de dor.
Poderiam ser o inicio de um livro estas palavras…
Se o amanhecer do futuro chegasse ameno, suave …
como os raios de sol em manhã de primavera…
se a cortina do meu quarto não me protegesse mais dessa luz
que me despertando de um sono profundo
me libertaria da inércia
e de um tempo
que não me pertence mais.
Poderiam ser o início de um livro…
fosse eu capaz de as libertar!
03.julho.07
Poema do livro por escrever…
Poderiam ser o inicio de um livro estas palavras…
de um livro sem principio nem fim…
aquele espaço em que para me encontrar
teria de me ausentar por uma eternidade…
Afastar-me dos sons da revolta de uma infância perdida,
dos cheiros das estações mais tristes, povoadas de cores cinzentas,
tardes paradas…
das sensações de perda e das emoções solitárias
que fazem questão de permanecer num coração adormecido.
Dos odores das uvas pisadas em Outono de dor.
Poderiam ser o inicio de um livro estas palavras…
Se o amanhecer do futuro chegasse ameno, suave …
como os raios de sol em manhã de primavera…
se a cortina do meu quarto não me protegesse mais dessa luz
que me despertando de um sono profundo
me libertaria da inércia
e de um tempo
que não me pertence mais.
Poderiam ser o início de um livro…
fosse eu capaz de as libertar!
03.julho.07
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